Casa de Telhe

Com uma decoração onde se pronuncia o equilíbrio entre o senhorial e o rústico moderno, os nossos hóspedes são convidados
a desfrutar da sua história rica e secular enquanto desfrutam de um serviço exclusivo e personalizado num ambiente de campo
calmo e acolhedor.





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Casa de Telhe

A Casa de Telhe, pelo seu valor histórico, patrimonial e geográfico atraiu várias gerações e famílias nobres ao longo de séculos de história. É, em termos históricos, das mais ricas casas da freguesia de Soalhães.

A Capela

Edificada em 1697, de invocação a Santo António, a favor de Miguel Valente da Silva, esta capela foi recentemente sujeita a uma profunda recuperação. Possui um altar barroco que constitui não apenas um estilo artístico, mas marca todo um período histórico e um movimento sociocultural, onde se formularam novos modos de entender o mundo, o homem e Deus.




A história

São conhecidas referências de posse desta propriedade à mesma família provavelmente anteriores a 1373, mas é a partir desta data que surgem documentos que o comprovam, designadamente quando o rei D. Fernando doa a Gonçalo de Vasconcelos a “terra de Soalhães”.

A Casa de Telhe ostenta na sua fachada uma pedra silhar gravada no interior com a data de 1683, assinalando uma possível intervenção.

Nela nasceu em 25 de Fevereiro de 1696 João Monteiro Valente da Silva, que foi Senhor da Casa de Telhe, filho de Domingos Monteiro Teixeira e de sua mulher D. Páscoa Valente da Silva.

A 14 de Julho de 1732, casou com D. Antónia Maria de Noronha e sua filha mais velha, D. Antónia Teresa Joana de Noronha e Menezes, nascida a 12 de Junho de 1733 na casa de Telhe de que veio a ser herdeira, casou com José Sousa da Mota Pereira Vieira Carneiro, Senhor da vizinha Casa de Quintã. O seu filho, António de Vasconcellos Pereira Vieira Carneiro (1755-1823) vem a herdar estas casas (para além da casa dos Carneiros e de Rio de Galinhas), casando com D. Angelina de Magalhães e Menezes.

Destes foi bisneto paterno Pedro de Vasconcellos Vieira da Mota (1896-1969), que em 1910 casou no Porto com D. Carlota de Sousa Cyrne Guedes (Infante de Almada e Lencastre) e cuja filha, D. Maria Luisa da Anúnciação Cyrne de Vasconcellos (1916-2000), casada com o general António Maria da Costa Lobo Reymão Nogueira, Visconde de Mozelles, foi avó paterna de António da Costa Lobo Reymão Nogueira, Visconde de Mozelles, herdeiro da casa de Quintã e Casa de Telhe.